É com honra,
As palavras de uma poesia,
Para a glória da vitória,

Foram anos de batalha,
Uma guerra incansável,
Que hoje afirmou corações,

Guerreiros, verdadeiros,
Viva uma nação,
Que voa com nosso Gavião,

Vai Corinthians,
Do meu coração,
A mais um titulo de emoção!

Anúncios

Hoje estou cansada,

Da vida, dos dias,

Das pessoas,

Como elas também,

Devem estar cansadas,

De eu!

 

Não quero pensar,

Muito menos respirar,

Se tivesse como parar,

Um para no mundo,

Eu dava!

 

Aliás, queria mais,

A tecla voltar,

A um passado tão distante,

Aquele, que ainda,

Não tivesse vivido,

 

Quem sabe assim,

Encontraria serenidade,

E por ela a felicidade,

A sabedoria, e entenderia,

O que faço em um mundo,

Que nem o vento entende…

Faço essa para Vinicius,
O de Moraes,
Que onde estiver,
Com certeza deve ler!

Fala da paixão em poesia,
Ou da paixão pela poesia,
Ou do amor da paixão,
Ou ainda, a paixão do amor,

Colocamos na prosa,
A emoção trançada,
Marcamos na vida,
O prazer vivido,

Somos felizes, na prosa,
Constante doçura do viver,
Em pouco, em muito,
Ao tempo que passa,

Não resta dúvida,
A alegria impera,
Mesmo na tristeza da dor,
Ainda tem um sorriso,

Para mostrar nas palavras,
O eterno do momento,
Que registrado fica,
Reforçando o vivido,

A para falar de amor,
Só tu Vinicius,
Que mostrava o calor,
De ser eterno enquanto dure,

E esse eterno em nossa vida,
Tão feliz vivida, é todo dia,
Marcando o hoje, o ontem,
E quem sabe, um amanhã…

Não guardo magoas,
Apenas saudades do que vivi,
E do que deixei de viver,

Não lembro da tristeza,
Mas, bons momentos com cada um,
Que em algum instante dividi,

Não penso na dor,
E sim na esperança de encontrar,
Quem para trás ficou,

O tempo é muito rápido,
E a vida, para ser vivida também,

O tempo fica para trás,
E as dores também,

O tempo quer curar cicatrizes,
E a esperança também…

Toquem os pandeiros,
Retruque a salvação,
Eis aqui o povo Brasileiro!

Desnorteado da verdade,
Em ondas retumbantes,
De vergonha e desonestidade,

Onde mora a salvação?
Não sei, não vi, e não achei,
Nem sequer a solução!

Mas insisto,
Salve o povo Brasileiro,
Das ondas ou alagamento?

Qualquer um, pois tudo tem,
Ou os dois, que sempre tem,
E mais algum que também tem!

Povo simpático,
Como dizem os de longe, ou divisa,
Continuem mudando para cá!

Quem sabe o povo acorda,
Enxerga a realidade que existe,
E não apenas a que sonha,

Entenda a noticia, da política,
E não só a vitória do futebol,
Que a aposta pode vencer,

Mas, a vida na miséria,
Também poderá viver,
Senão a tempo nascer,

Para ver o que não quer,
Entender o que dúvida,
E despertar para a coragem,

De transformar o País,
Em Pátria Amada,
BRASIL!

“Desilusão…. danço eu, dança você na dança da solidão….”

Um coração partido,
Decadência do vivido,
Não enxerga esperança,
Só vê o brio da noite,

Silêncio maldito,
Deixa a dor sórdida,
No rancor d´alma,

Impera-me a melancolia,
Da desilusão dos dias,
Um imperativo nostálgico,
Na amargura que fica.

Um dia tudo acaba…
Como no dia, acaba o dia,
Como na noite, acaba a noite,
Como na vida, acaba a vida…

Um dia tudo inicia…
Como no amor, começa a amar,
Como no destino, começa a trilha,
Como na vida, começa a chance…

Um dia tudo se entende…
Como nos livros, apenas lendo,
Como nas paixões, apenas querendo,
Como na vida, apenas vivendo…

🙂 Feliz 2012! 😉

Inspiração ou interrogações a milhões….

“Vou-me embora desse mundo de ilusão….”

Triste ilusão,
Sofro o efeito,
Do rancor e da inveja,

Transformam-me em fera,
Onde só defeitos vêem,
E criticas me exoneram,

Deterioro-me no âmago,
Vendo a simplicidade complexa,
Em um eixo de ganância,

E mesmo assim, sorrio para vida,
Sigo o meu destino, de glória,
Partindo para o infinito…

“… quem me vê sorrir não há de me ver chorar….”

Dor, silêncio e desconcerto,
Que mundo indiscreto,
Onde só impera o orgulho,

Quem sou eu discreto,
Escondido no deserto do amor,
Perdido no inquieto fervor,

Queria viver a ilusão,
Uma vida completa de paz,
E encontrar a verdade,

Escondo-me na noite,
Calado na desilusão,
Desamparado na emoção…

Somos estranhos em um mundo de selva,
Perdidos no além já destruído,
Talvez um amanhã que nada nos espera,
Ou um futuro, onde ninguém enxerga,

Os homens se corroem se iludem,
Amargam a inveja, a insolvência,
Perturbam-se de incoerência,
E resistem ao próximo sofrido,

Hoje nem a natureza resiste,
Aos percalços deixados por nós,
O Rei dos Ventos aparece,
Mostrando que ainda comanda,

E ninguém enxerga,
Comentam a inquietude, mas,
Esquecem no novo amanhã,
E recomeçam o que já prejudicou,

Vem a Deusa das Águas,
Banha o planeta para limpar,
Chama de desgraça, a enchente sofrida,
Sendo que é apenas, uma varrida precisa!