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Quantas poesias surgiram, dor, protesto, alegria… Mas, e o tempo que anda tão rápido, que não percebo…

Choro de dor, de silêncio,
A desilusão de cada dia,
Vivo perdida na sorte,

Um mundo infeliz,
Que corrói calado,
Aumenta o medo,

Sofro o preconceito,
De fazer diferença,
Por ser normal,

Calo sentida,
De ser dissolvida,
Nessa vida desiludida.

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Cansado de tudo,
Que nada mais tem,
Nem o silêncio acalma,
A dor da desilusão,

Um mundo invertido,
Dias tão perdidos,
Vida iludida,
E o destino sofrido,

Onde fica a saída,
Como a porta do céu,
Para uma eternidade,
Repleta de serenidade…

Somos diferentes,
Não tenho sua cor,
Não sou sua raça,
Não sigo sua religião,
Não torço por seu time,
Não gosto de samba,
Não bebo seu vinho,
Mas, te amo,

E também somos iguais,
Vivemos os mesmos sonhos,
Queremos uma só cama,
Realizamos nossos desejos,
Lemos o mesmo livro,
Assistimos somente comédia,
Preferimos a primavera,
E nos amamos sem diferenças…

Para Tatá!

Adore ser feliz,
Ame viver a vida,
Busque o infinito,
Não apenas espere-o,

Torne os dias singelos,
Contornados de alegria,
Repletos de felicidade,
Animados de vontade,

Veja o concreto vencendo,
Achando antes uma ilusão,
Hoje já sendo realidade,
Transformada em certeza,

Adore os dias, viva as tardes,
Contemple as noites, a lua,
E lembrando que o amanhã,
Nos espera cheio de esperança…

Triste esperança,
Chances perdidas,
Oportunidades largadas,

Essa é a dor,
De um pobre torcedor,
Que esperava a vitória,

E encontra somente,
A triste derrota,
Abalando a emoção,

Chora dia, enche a dor,
Afoga a tristeza,
De uma chance perdida…

. .
/\

Devido à simpática correria de Junho, muitas poesias escritas, e nenhuma “postada”, tudo em papéis abandonados pelos materiais…. Apenas segue uma que ganhou uma classificação e estará em um livro de “Antologia Poética”

Saudosismo

Ah, meus lindos anos de glória,
E que saudade da aurora antiga,
O que hoje conto 450 anos,
Naquela época nem imaginava,
Como o tempo passaria,
E o saudosismo invadiria,

Lembrar os dias em Mogi das cruzes,
Minha cidade de visitas felizes,
Que traziam os dias de sol,
A alegria da infância vivida,
Nas ruas coloridas,
No bar de cada esquina,
E a minha praça preferida…

Rumava em prol da do Carmo,
Assistir a missa do domingo,
Depois do passei no parque das neblinas,
Curtir o calor, nas águas fluentes,
Descansar na natureza, ainda sorridente,
Fora ir a Sabaúna, pegar o trem,
Para a Festa de São João,
Agora guardo a saudade dos anos de glória..

Não faço mais poesias,
Nem falo da vida,
O tempo agora voa,
E o dias tão rápido,
Que me pergunto,
Como é mesmo viver?

Será que alguém explica,
Os minutos diminuíram,
Ou talvez seja então à noite,
Que nota que não paramos,
E acha que o correto mesmo,
Seria só lembrar de descansar…

Momentos de solidão,
Onde todos são os certos,
E eu sozinho o errado,
Penso no futuro,
Quando enxergaram,
Que a dor carrego,
Com tanta desilusão,

Procuro a resposta,
A dúvida que não me cala,
Junto as decepções,
De ver a cegueira,
Em tantos corações,

Mais uma vez,
Reina a tristeza,
Porque tão errado sou,
Quando busco a solução,
Onde só enxergam o não,

E ainda que tudo se resolva,
Sou o errado,
Sozinho e desamparado,
Um dia quem sabe,
Longe dessa vida enxergo,
A dura realidade,
De erros e verdades…

Nunca esqueceria uma poesia para uma data, ou melhor 365 dias, ou um ano, ou então doze meses, ou milhões de minutos… Acho que o tempo, e a correria, mas aí vai… Simples para muito dizer…

O que é lei,
Perante tanto amor?
Não tem fronteiras,
Raça, cor ou diferença,
Só amor irradiando,

O que são regras,
De uma paixão sem limites,
Pura, límpida, perfeita,
Completa de alegria,
E eterna persistência,

O que é fim,
Tendo um começo diário,
E a continuação no amanhã,
Não tem final, só sinal,
De continue e siga,
Esse é seu destino…

Je´taimedoro… =)

 4 dias parecem mais que 4 anos….

A imaginação,
O fértil do poeta,
Que sonha, busca e faz,
Desabafa as emoções,
Em palavras soltas,
Com frases intermináveis,
E momentos inacabados,
Mas, o simples sim ou não,
Já explicam a virgula esquecida,
Ou o ponto final não colocado,
Porque é eterno, infinito,
Mesmo que seja um segundo,
Faz mesmo da saudade,
Um segundo esquecido,
Pois cultiva a esperança,
E solta amor por todos os lados,
Desabafa a ira política,
Protesta o som erudito,
Mas, passa o difícil,
Descontrola o coração apaixonado,
Usa a poesia como o escape,
Para por entre linhas a vontade,
E tentar explicar o amor,
Um verbo perdido e inconjugável,
Que para nós só entendendo,
Quando dele vivemos,
Por isso escrevo amor,
Sentimos na pratica,
E não cansamos de amar….