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Há várias controvérsias,

Sou uma pisciniana,

De 18, em 78!

Sempre dizem, não diga,

Mas, eu digo, pois nada escondo,

E de tanto dizer, me discreto.

Viajo ao longo, da imaginação,

Perco-me em palavras,

Sem destino certo, trajeto correto,

Vejo ao sul, o que esperava do norte,

E ao norte, a imensidão do destino,

Às vezes, esqueço quem sou,

Transformo-me em todos,

Todos que foram, todos que passaram,

Não sei ao certo, ainda que tente,

Lembrar de tudo que passou…

Ficaram marcas, perdidas na pele,

Mas, sem saber de onde vieram!

Sou uma pisciniana,

Que borbulha no mar da esperança,

Pescada pelo amor da dignidade,

Esperando o infinito chegar,

Sem mais nada a declarar!

 

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“Desilusão…. danço eu, dança você na dança da solidão….”

Um coração partido,
Decadência do vivido,
Não enxerga esperança,
Só vê o brio da noite,

Silêncio maldito,
Deixa a dor sórdida,
No rancor d´alma,

Impera-me a melancolia,
Da desilusão dos dias,
Um imperativo nostálgico,
Na amargura que fica.

Sorriso amigo,
Palavras sinceras,
Momentos companheiros,

O destino cruzou,
Parece tarde por um lado,
E só o começo por outro,

Fica um saudosismo,
A marca de uma lembrança,
O passado e a esperança…

Poesia é como o dia de vento,
Que sopra sem destino,
Carregando o que procura,

Poesia é a brisa da tarde,
Que refresca a saudade,
E acha sorriso com vontade,

Poesia é um querer no silêncio,
Que mesmo que ninguém ouvir,
Muitos, um dia iram ler,

Poesia é como frito, cozido e assado,
Agrada a todos,
Mesmo que só de algum dos jeitos,

Poesia é a chuva que cai,
Molha as idéias, que renascem,
E como elas, as novas poesias…

Nossa, o tempo passou, um rápido estranho, cheio de saudade, com quatro minutos parecendo uma eternidade… Mas, agora, calmo e feliz…

O tempo  traiçoeiro parecia não passar,
Cada dia mais demorado se encontrava,
Nas noites longas, até a Lua me abandonava,
E só a saudade em mim imperava…

As lembranças e os sentimentos,
Uniram-se de tal forma que reinou o amor,
Mostrando o coração na espera,
Confiante que a alegria voltará,

Hoje reina a serenidade,
De te ter novamente ao meu lado,
E que com o  tempo distante,
Confirmou o amor que por você tenho…

 Quase acabando, por ótimos motivos, e transbordando de saudade, além de um coração não mais apertado, e sim “esmagado”…né Drummond…

Queria alcançar o horizonte,
E seguindo nele junto a você,
Um lugar diferente,
Onde encontraria a paz,
Junto dela o reino do amor,
 
Ver o sol se por,
Sem saber a qual hora,
Já imaginando a lua,
Para iluminar mais uma noite,
E dois corpos em um só,
 
Esquecer que existe um mundo,
Criar um novo de alegria,
Só nos dois em um infinito,
E nada mais do que um beijo,
Para continuar mais um dia…
O que faz o coração,
Quando ama com razão,
Entende o nescessário,
E supera os obstaculos,
Como o tempo e a saudade,
Ainda vence os medos,
Quando a distância aproxima,
Ele fala mais forte,
Reina pelas noites,
Para mandar na solidão,
Sabe que é dono do espaço,
Acredita imperar na imaginação,
E sabe que assim,
A saudade são lembranças pra guardar,
E o tempo, segundos que irão passar…

 

“Contagem regressiva…que parece ser de mil….”

“Eu conto os dias conto as horas pra te ver…”!!! Uhu! Falta pouco, mas nem assim a saudade entende… 

Longo são os dias,
Quando a saudade impera,
Em um coração apaixonado,
 
Os sonhos dominam a noite,
Que se leva pela esperança,
De o tempo ser rápido,
 
Mas, o importante lembrar,
Que vale a pena esperar,
E o tempo, vai passar…

“Alta noite já se ia…só a saudade dizia…Derrepente 3 ficou uma coisa muito longa…fora um coração…”

Estou no bucolismo,
Um sintoma anestésico
De algo que virá,
Como um futuro antecipado,
Saudade do que ainda não foi,
Medo do que não se sabe,
Querer mesmo sem entender,
Sofrer um pouco, por um nada,
Pensar no tempo sem te-lo,
 
Seria um efeito colateral,
Do sentimento inato,
Que de tão forte vivido,
Perde o controle do sentido,
Faz o tempo seguir,
Sem saber se é o agora,
De tanto pensar no amanhã,
Nem o sonho se sabe ao certo,
Foi de ontem, ou será de hoje,
Só fica o coração apertado,
E o destino no esperado….

Minha alegria terá que ter calma,
Entender o tempo devagar,
Buscar a serenidade para aceitar,
E lembrar que nada vai acabar…
 
Que as chuvas caiam sem parar,
Lavem todos os meus medos,
E não te deixe esquecer,
O amor que tenho por você…
 
Mas, que o mundo gire mais rápido,
Que os dias sejam curtos,
As horas, reduzam os minutos,
E você só pense em mim…