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Forja realidade,
Amargor pelos dias,
Sobra a dor da saudade,
O âmago da melancolia,

Quais os passos dessa vida,
Descontinua e repentina,
Nada fica tudo termina,
Marca a ilusão da rotina,

Nem mais sei da esperança,
Ainda a repudia de vingança,
Fica apenas curtir o desamparo,
Dos caminhos desiludidos…

Hoje me encontro só,
Perdido entre paginas,
De livros a soltas,
Na biblioteca da vida,

Textos reconstruídos,
De trajetórias perdidas,
E muitas vezes,
Infelicidade vencida,

Sigo insinuando,
Nas paginas do destino,
Que talvez o meu caminho,
Seja um livro sem fim…

Novamente…”Quem inventou o amor, me explica por favor…

 

Como é difícil amar,

O verbo praticado,

Acha empecilho,

Em todos os lados!

 

Talvez, uma explicação,

Que faça sentido,

Poeta sonha demais,

E ama em profundo,

 

Por isso não entendemos,

Problemas que aparecem,

Sentimentos perdidos,

Só fazemos o resolvido,

 

Amamos pelo todo,

Esperamos sem pedir,

Cultivamos a saudade,

E vivemos da felicidade…

 

“A diferença entre um poeta e um louco é que o poeta sabe que é louco…Porque a poesia é uma loucura lúcida.” Mario Quintana

O amor é tão grande,

Que vence barreiras,

Supera dores,

Persiste na esperança,

E acredita na razão,

 

Mas, nas horas difíceis,

Esquecemos de amar,

Praticamos a ira,

Exercêssemos a vingança,

E cultivamos o ódio,

 

Acaba resultando,

Na critica solidão,

Que causa o desespero,

Abrange a ilusão,

E desmorona o coração.

Diria sonhos? Não sei, nem Freud sabe…

 

Inflamei-me da ilusão,

Sempre esperando,

Que fosse vencer a emoção,

 

Era simples aguardar,

Aquela semente brotar,

E frutos então sair,

 

Mas, o tempo não regou,

O que cultivava com amor,

E fingia que não era dor,

 

Agora na noite me busca,

Não lembrando que o fim chegou,

E o coração se fechou…

Si, si, uma cosa “portunhol”, comentando fatos que deixei passar…
 
Cuestionaram o que teneria hacer,
E eu interrompida pela ilusão,
No sabia se continuaba,
 
Ou então esquecia o amor,
Aquél tán desmerecido sentimento,
 
Sem sentido seguia,
Por puertas sin salida,
E esperanças esquecidas,
 
Ahora solamente me resta,
A dor de tentar esquecer o amar…
 

Poetando… ouvindo Maria Rita, daí não escapou…”Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso…sobrou meu velho vicio de sonhar…”, lá vai eu falar de amor… ou do tempo….
 
Já acostumei,
Com o seu vai e volta,
E insisto que com razão,
As portas se fecharam,
 
Seria o medo de amar,
Aquele que só na pratica,
Poderíamos descrever,
O que talvez estivesse sentindo…
 
E juntando todos os cacos,
Coloca a mascara da solidão,
Ainda diz que prefere o exílio,
Do que dar a chance ao coração,
 
Insiste que é forte,
Acho que como as pétalas,
De rosa, que se perdem,
Nos ventos dos tempos da vida…

Vim pensando nessa… alias, ouvindo essa, da Matta arrasou mais uma vez! Sei lá, ou seriam anos 80.. eu preciso de.. deixa, é Boa Sorte…
 
Um basta à última chance,
Aquela que se perdeu,
Por entre linhas da realidade,

O caminho traçado,
Hoje acabado, nada tem,
E o especial, começa esfriar,
 
Um talvez para tudo isso,
Ou melhor, o abstrato,
Tão longe do concreto,
Que nunca aconteceu…
 
O sentido hoje, seria o silêncio,
Mas, o coração não cala,
O sentimento impera,
E a verdade se revela…

Tu que tanto já voou…
 
Será a esperança perdida,
Ou a realidade sofrida,
Que não explica a dor sentida?
 
O obsoleto dos dias,
Momentos saturados,
E tanta hipocrisia…
 
Seria então a misericórdia,
Que não encaixa a piedade,
Tão em falta hoje em dia!
 
Ou talvez, o acaso do destino,
Tropeçando no caminho,
E esquecendo do futuro…

Um místico profetizou...

Queria encontrar,
O profeta do amor,
Decifrar o meu futuro,
Esclarecer meus sentimentos,
Entender meu coração…

Nas cartas do tarô,
Saí O enforcado,
Que aumentam as dúvidas,
E reforçam as culpas,
De amar sem conjugar!

O que posso fazer,
Para com os dias entender,
De quanto sofre a ilusão,
Quando se espera,
Mais do que uma paixão?