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Falar da inveja acabou sendo a última, achei difícil, mas, saiu algo…onde achei um sentido, o que mais machuca o ser humano, o Amor!

Um coração machucado,
Dor, angustia e inveja,
Por sofrer a indiferença,
De uma esperança sem sentido,

Uma vida ao redor,
De um pecado maior,
A cobiça do amor,
Que em seu coração entrou.

Transformou o do outro o seu,
E o de um talvez, o fim.
Fez do dia uma noite,
De tão escura amargura.

A ganância da matéria,
Venceu a luz da sua paz.
Deixou no rancor a marca,
Que em sua alma ficou.

Hoje a avareza, a desordem do Homem pela matéria, corações duros…e o meu de peixes, tão mole ultimamente (aliás, desde sempre….salvem piscinianos…..), vamos ao penúltimo pecado…

Um mundo de guerra,
Um povo cheio de avareza,
A ganância, a falsidade e o materialismo,
É tudo o que impera na nossa realidade.

Onde cabe tamanha dor,
De ver na verdade,
A guerra do Imperador,
Que luta pelo que aqui fica!

O que levo quando partir,
A não ser o que aprendi,
E na alma guardo,
O que de útil me serviu.

Hoje vivo isso,
Um consumo de ânsia,
Para um fim que não tem data,
E um dia que não passa…

Du, my dear friend, quando disse dos pecados capitais, me mandou na hora, a luxúria, então o de hoje, vai para você!!! E o que poderíamos dizer do mesmo, talvez, um pecado interessante…rs…!!

Divina difamação,
Salve a luxúria no meu coração,
Só porque o prazer vence,
A incrível interrogação!

Fechem as portas da razão,
Dê sentido à libido,
Acredite no infinito,
E soltem as feras da ilusão.

Para que diferença,
Onde, nas noites da paixão,
Somos todos iguais,
No breu da emoção!

Orgia, prazer e satisfação,
Fazer feliz o destino passageiro,
O que custa a loucura,
Em momentos de imaginação…

Segunda-feira deve mesmo ser o dia da Ira…lembrar que voltamos a vida normal ou seria quase normal…

A cólera da desavença,
Realidade nua e crua,
Causa a inadimplência,
De uma fé descomunada.
 
Toma-me a Ira da desilusão,
De saber que no amanhã,
Tão distante do agora,
Não se cabe a esperança,

É a dor do sentido,
E a razão do perdido,
Nem o momento entende,
O que dói no coração.

O que restou do que passou,
As marcas da desavença,
Mais a derrota do amor,
E o machucado que ainda não cicatrizou…

Soberba é interessante, uma forma básica do pecado. O fruto proibido de adão, a insana mania de cada um, a ambição a hipocrisia, a arrogância de cada um, em um planeta preenchido de materialistas…


O fruto proibido,
Nosso veneno de cada dia,
Que vençam as tentações,
E superem as indecisões.

A magia soberba,
Que invade o dia-a-dia,
Fazendo a ilusão,
A realidade de uma vida.

A vanglória indecisa,
Perdida na hipocrisia,
Ostenta o materialismo,
Da mentira envaidecida.

São as verdades de cada um,
Que juram orar o perdão,
Se sobrar um, será da imaginação,
Porque só sabem viver, da orgia…

O que a preguiça de sábado??? Pois é, justamente hoje, encaixa, combina e justifica as vírgulas…

A moléstia da preguiça,
Um sossego perturbante,
Que bate desolente,
Atormentando a minha mente.
 
Nada estimula a vontade,
E o sonho, um pesadelo perdido,
Sem dimensão ou esperança,
Silencia com as mudanças.
 
A força própria,
Esta sem localização,
Não tem encaixe,
Nem mesmo no coração.
 
Só sei deixar, o tempo passar,
Sem contar horas, e nem dias,
E esperar um amanhã,
Que talvez nunca chegará…

Uma analise profundo, como dizem as runas, “Deixe fluir suas energias criadoras”… No momento estou na analise dos 7 pecados capitais….no martírio da confusão e do caminho que ando traçando ou passando não sei…Salve então o primeiro pecado, que estarei colocando, e será um por dia, durante hoje e mais seis dias, aquele que está na inspiração, no momento, na confusão do dia…l!! Hoje a Gula, não é a fome da comida, mas, a fome da ganância…
 
Poderosa é à vontade,
Dela ninguém há de vencer,
Ficam-se os reis,
Fujam as rainhas
A gula é a soberana,
Em todas as sombras da maldade!
 
A fome da conquista,
Ultrapassa o limite da razão,
Que se perde nas entre linhas,
Da divina difamação,
Pois da derrota,
Sobram as chanchadas,
E dela a angustia da perda.
 
E para todos,
Tudo acaba em pecado,
Pela fome e pela guerra,
Uma forma de fuga,
Do que não foi,
E talvez nunca será…