Somos estranhos em um mundo de selva,
Perdidos no além já destruído,
Talvez um amanhã que nada nos espera,
Ou um futuro, onde ninguém enxerga,

Os homens se corroem se iludem,
Amargam a inveja, a insolvência,
Perturbam-se de incoerência,
E resistem ao próximo sofrido,

Hoje nem a natureza resiste,
Aos percalços deixados por nós,
O Rei dos Ventos aparece,
Mostrando que ainda comanda,

E ninguém enxerga,
Comentam a inquietude, mas,
Esquecem no novo amanhã,
E recomeçam o que já prejudicou,

Vem a Deusa das Águas,
Banha o planeta para limpar,
Chama de desgraça, a enchente sofrida,
Sendo que é apenas, uma varrida precisa!

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