Para Bilac, talvez em “criação”, só importa dizer, para Bilac…

Estranho amor,
Que incendeia meu eu,
Arde momentos,
E cresce com instantes,

Guarda voz, como no radio,
Ouvindo a sintonia,
Dizendo o silêncio,
Espere a saudade,

Noite tórrida, lembrança,
Ilusões e esperança,
Só resta amar perdidamente,

Um âmago de alegria,
Mas me calo novamente,
Quando volta o arrepio?

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