Que mundo é este,
Tão cheio de pobreza da verdade,
E só palhas largadas de dignidade,

Singelos sinais de esperança,
Perdidos nas nevoas do destino,
Por onde andas tão sutil amiga?

Caminho, ainda que triste e calado,
Sobrevivendo a sofrida realidade,
Onde não existe mais, humildade…

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