“Sede de amor, febre de anseio…”

Eu sou um x do bucolismo,
Inundado de paixão,
Tão perdido na solidão,
Que só respira por amor,
E vive de ilusão sonhadora,
Perdida e longe da dor,
 
Só entendo o inconsciente,
De não cansar de sonhar,
Reflito a tristeza,
Nos momentos supérfluos,
Quando sozinho na realidade,
 
Não espero o amanhã,
Tão longe se encontra,
E a febre da esperança se perderia,
Vivo um hoje de tão profundo,
Que ainda não encontrou,
O caminho para seguir,
Sem ser o de amar….
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