Sim, a rebeldia invade minh´alma e não me deixa calar…

Mundo quieto,
O silêncio da ingratidão,
Na porta da favela,
Ainda bate um pobre coração,
 
Que não entende onde vive,
Muito menos que povo é esse,
Esperava a alegria,
E só enxerga a intolerância,
 
Não ouve nem de longe, o amor,
Parece só existir a ira e inveja,
De uma humanidade cega,
Para a verdade, a paz,
 
Ele ainda resiste,
Com batidas leves, sem amparo,
Procurando a certeza, que um dia,
A esperança reine em seu andar…
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