“Pobre coração, sempre escravo da ternura…”

 

Ah! Bendito Amor,

Que invade,

O meu pobre coração…

 

De tão humilde,

Vive perdido na ilusão,

Respira o ar da emoção,

E vive, só, movido a paixão…

 

Ama tão loucamente,

Que não se encontra,

Esperando ser envolvido,

Por um afago nos seus braços,

 

Se perde nos dias e noites,

Querendo dos sonhos, realidade,

Da vida um destino ao seu lado,

Sendo você meu eterno namorado…

 

 

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