No meio da multidão,

Um Sinhô mudou,

Esse meu pobre coração,

Já cansado de buscar,

Alguém para nele morar,

 

De tantos tropeços,

Ficou amigo do medo,

E de repente,

Em silêncio e tímido,

Procurou se aproximar,

Daquele olhar azul,

Que clareava a imaginação,

 

Sonhava ao longo,

Criando a esperança,

E quando menos esperei,

Um beijo roubado ganhei,

Fazendo tudo mudar,

De momentos leves,

Para inesquecíveis…

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