Seria algo como, ao mestre com carinho, Lenine, preciso da divina “Paciência”, e ouvindo… e tentando “fingindo ter paciência…a gente espera do mundo…a vida não para…”
 
Por onde anda a paciência,
Esse instinto de calma,
Que deve ter tirado férias,
 
O tempo para mim traiçoeiro,
Momentos então, fingidos,
E verdades destorcidas,
 
Eu aqui continuo,
Tentando esperar um concreto,
Para uma esperança já reprimida…
 
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Perdido estou,
Ainda tento me achar,
Cada dia uma esquina,
Inquieto e aborrecido,
Espero o que não tem,
Nem o sentido,
Caminha ao meu lado,
Insisto e repito,
Ainda tento me achar…
 

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