“Nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.”


Para Pablo Neruda!
 
 No ressalvo do dia,
O saudosismo bendito,
De um momento vivido…
 
A fronteira da paixão,
Bloqueia os sentidos,
Da difícil realidade,
E invade o meu peito,
A interprete saudade…
 
Agora, um hoje,
Um tanto bucólico,
Que espera do tempo,
Tendo como certeza,
Uma resposta para calar,
A dor da ilusão… 

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