Como já dizia a Elis…” A esperança equilibrista…tem que continuar…”
 
São momentos plausíveis,
Pendurando a esperança,
Sem saber o que virá!
 
Sínteses em construção,
De ideologias passageiras,
E vontades em fronteiras,
 
Traições da verdade crua,
Em uma realidade escura,
Esperando o que vai dar.
 
Nem mesmo o tanto pensar,
Consegue entender,
O rumo que a vida terá.
 
Diante da eternidade,
O equilíbrio da vaidade,
Ainda vai superar,
 
O medo da intenção,
De um dia entender,
Esse seu maldito querer…
 

 

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