Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei…”
 
Vou pedir as contas da terra!
Não me caibo mais aqui!
Por onde ando tropeço,
O lugar que eu piso escorrego,
E quando penso já é tarde!

Na sombra, não apareço,
E no espelho me escondo,
Fora temperatura, que nunca entendo,
Porque frio faz calor e vice-versa,
Cada vez fico mais perdida!

Quando começo pensar,
Agora vai melhorar,
Vem àquela coisa de política,
Que só vejo ladrão,
Mas, não são presos!
 
Fora às vontades humanas,
Todo dia uma guerra,
E eu pergunto por quê?
Qual o motivo que não entendo?
Seria uma tal inveja?
Fora que colocam fé no meio!!!
 
É tanta bagunça sem explicação,
Decisões estridentes e longe de sentido,
Reações desequilibradas, de ações imprudentes,
Um mundo em caos, que deveria transformar,
E não, o que acontece, se deteriorar…

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