Acredito que Kardec explicaria…
 
O meu mundo chegou ao fim,
Quando fiz meu coração parar,
Ele não agüentava mais bater,
Por dores de amor,
E sofrimento de rancor!
 
Aquilo que semeei de esperança,
Perdeu-se no escuro da lembrança,
Nada restou de serenidade,
Somente a dor da maldade.
 
O mal de amar sem ser amado,
De esperar o que não iria vir,
Querer o que é impossível do viver,
E tentar o que nem mesmo existia.
 
Para que viver assim, me perguntei,
O ponto final, achei o correto,
Nada me adiantou,
Pois mesmo desse outro lado,
Ainda sofro o amar conjugado,
Unido ao arrependido,
 
Daquilo que não aproveitei,
Aonde tão pouco me perdi,
Por caminhos que desviei,
Chances que esqueci,
Luzes que não enxerguei,
E uma nova, e mais sofrida,
Úmida vida, que irei…

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