Ao “arretado” Gregório… acho que vou fazer mais sonetos para ele…ou melhor inspirada nele…
 
O que dizer do amor,
Se não amo,
E quando resolvo amar,
Nada sobra de acalanto.
 
Entre as idas e vindas,
Nem os restos me marcam,
O tempo apaga a lembrança,
E quem sabe uma nova esperança!
 
Aqui fica o talvez,
De dias que se apagam,
E noites que não terminam,
 
Só me resta o fim,
De algumas palavras que sobram,
E uma perseverança curumim…

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