São ditos populares,
Palavras sem sentidos,
E dias sem fins…
 
Isso é a reserva que não resta,
Da esperança escassa,
Uma vontade quase perdida,

Não sei mais por onde anda,
A coragem sem mentira,
Uma verdade enrustida,
 
Me perco na ilusão,
E por mais que busque sentido,
Fico longe da imaginação!
 
Só resta o silêncio,
Que para o mundo se cala,
E na alma destrambelha…

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