Conversava com Dante, sobre Purgatório, e ele disse “Era il secondo tinto piú che perso, d´uma petrina ruvida e arsiccia, crepata per lo lungo e per traverso” Pois é, refleti, pensei e continuando o Elo, talvez entender a Terra! E essa vai para ele, enquanto não chego ao Paraíso…

Vivo eu no purgatório da ilusão,
Superando o inferno da decepção,
Mas, ainda longe do Céu,
Aliás, a quilômetros dessa imensidão!

Aqui jaz a minha vitória,
E reina a tristeza,
Busca a esperança,
E não encontra a certeza.

São muitos os degraus,
Para o paraíso,
E tão pouca a coragem no caminho!

Tropeço, caio e tento levantar,
Mas, a força esta em falta,
Vejo que só me resta, o fim esperar!

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