Estou devendo três poesias, Ludov, vinho e qualquer uma, desde que seja dedicada (rs, né Claudinho), mas, hoje, é tudo o que me saí…

O apocalipse da devastação,
Incorpora em minh´alma,
Destrói minha ilusão,
Onde cabe tamanha atordoação?

É o precipício em amplitude,
Corroendo a dor da esperança,
Fazendo o holocausto do dia,
Na margem da ignorância de cada um.

Que resta para cada aurora,
Além do frio covarde,
Consumindo o ardor da coragem.

E o fim que não se aproxima,
Perante tão insanável desador,
Só resta agora o silêncio do amor…

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