Foi só à vontade… não perguntem a inspiração, não constava nada para essa… Acho que foi comentar no almoço literatura, bucolismo, e ainda na rua “Álvares de Azevedo”…

Queria falar do amor,
Aquele fogo que aquece o coração,
Um prazer que desperta a emoção,
O ardor do respirar de cada dia…

Mas, isso estaria no sonho,
Ele chega abalando,
Mexendo com o quieto,
E despertando o que andava calado,

Não tem explicação,
Revirou e não continuo,
Deixou o simples, virado para o complexo.

O que restou da ilusão,
Um nada sem explicação,
E um sonho, longe da realização…

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