– Álvares… já sabe…
– Sim, tudo bem… Lá vai uma minha…
– Pois é minha inspiração já entrou de folga…
– Estou ouvindo, Zeca Baleiro, que você quase não gosta…”Quase nada, quase nada, quase nada…”

Quase nada,
É tudo que sei…
Culpa de um coração,
Que no escuro enxerga,
A paixão.

Para onde vai o sentido,
Perde-se na ilusão,
E a esperança desiludida.
Só o momento do silêncio,
Faz pousar calma a emoção.

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