You are currently browsing the category archive for the 'Uncategorized' category.

Momentos de solidão,
Onde todos são os certos,
E eu sozinho o errado,
Penso no futuro,
Quando enxergaram,
Que a dor carrego,
Com tanta desilusão,

Procuro a resposta,
A dúvida que não me cala,
Junto as decepções,
De ver a cegueira,
Em tantos corações,

Mais uma vez,
Reina a tristeza,
Porque tão errado sou,
Quando busco a solução,
Onde só enxergam o não,

E ainda que tudo se resolva,
Sou o errado,
Sozinho e desamparado,
Um dia quem sabe,
Longe dessa vida enxergo,
A dura realidade,
De erros e verdades…

Nunca esqueceria uma poesia para uma data, ou melhor 365 dias, ou um ano, ou então doze meses, ou milhões de minutos… Acho que o tempo, e a correria, mas aí vai… Simples para muito dizer…

O que é lei,
Perante tanto amor?
Não tem fronteiras,
Raça, cor ou diferença,
Só amor irradiando,

O que são regras,
De uma paixão sem limites,
Pura, límpida, perfeita,
Completa de alegria,
E eterna persistência,

O que é fim,
Tendo um começo diário,
E a continuação no amanhã,
Não tem final, só sinal,
De continue e siga,
Esse é seu destino…

Je´taimedoro… =)

 4 dias parecem mais que 4 anos….

A imaginação,
O fértil do poeta,
Que sonha, busca e faz,
Desabafa as emoções,
Em palavras soltas,
Com frases intermináveis,
E momentos inacabados,
Mas, o simples sim ou não,
Já explicam a virgula esquecida,
Ou o ponto final não colocado,
Porque é eterno, infinito,
Mesmo que seja um segundo,
Faz mesmo da saudade,
Um segundo esquecido,
Pois cultiva a esperança,
E solta amor por todos os lados,
Desabafa a ira política,
Protesta o som erudito,
Mas, passa o difícil,
Descontrola o coração apaixonado,
Usa a poesia como o escape,
Para por entre linhas a vontade,
E tentar explicar o amor,
Um verbo perdido e inconjugável,
Que para nós só entendendo,
Quando dele vivemos,
Por isso escrevo amor,
Sentimos na pratica,
E não cansamos de amar….

Ai essa saudade danada,

De tão exagerada,

Até poesia virou,

 

Para tentar expressar,

O que um coração quer dizer,

E um sentimento provar,

 

Ela invade tão profundamente,

Que tão perdida as palavras,

Não encaixam no conjugado,

 

Resta apenas o simples dizer,

De como é tão grande o amor,

Que confia na esperança…

Cada dia o que levo,

É a infeliz Indignação,

De ver um povo falso,

Que prolifera por todo lado,

Acreditar que seria melhor.

E sente o tombo da decepção,

 

Palavras se perdem,

Acusações espalham,

Indiferenças aumentam,

Turbulências ganham força,

Sentimentos são esquecidos,

E realidade tristemente vivida,

 

Esse é um mundo fechado,

Com medo de um futuro aberto,

Não tem caráter, nem posição,

Só um muro de ilusão,

Do podre, sujo e selvagem…

Continuo refletindo Carnaval, suas marchinhas e alegorias, deve ser isso que me inspirou….aliás, a quarta-feira de cinzas que comandou…

O vento leva a saudade,
De um momento que não passou.
E o calor traz a esperança,
Do que nem mesmo começou.
 
A liberdade corre pelas ruas,
Esquecendo que decisões,
Precisam ser tomadas,
Com suas opiniões.
 
Nada parece se resolver,
Só os Alecrins passando,
Na passarela do momento.
 
E assim as alegorias da vida,
No caminhar de cada dia,
Escondem-se pelas avenidas do coração…

Hoje a música era “Eu subi mais de 1800 colinas…”, não era esse teor bucólico fervente que queria para a inspiração dessa letra “sambista” fascinante, mas, enfim, foi o que saiu…

Desistir e fugir,
Dois verbos simples,
Conjugação definida,
E tão fácil de dizer.

Persistir e insistir,
Dois verbos complicados,
Conjugação decisiva,
E tão difícil de aplicar.

O remediado,
Quem sabe convence,
O que não terminou,

E o ponto final,
Finaliza um tudo,
Que nem mesmo começou…

Inspiração… e como anda “fervendo”….

Estou saindo do oceano
De ondas Altas,
E indo para o Lago Azul,
Da Paz.

O silêncio reluzente,
Da voz humana que marca,
E o barulho da natureza,
Que agita o que resta.

Talvez a calma invadindo,
A esperança amornando,
E a dor diluindo.
 
São trilhas de uma vida,
Momentos do destino,
E razões que não se explicam…

——————————–
Na voz da Divina Clara Nunes, e composição de um dos Imortais do Samba Paulinho da Viola…”Na linha do Mar”


Galo cantou às quatro da manhã
Céu azulou na linha
Do mar
Vou me embora desse
Mundo de ilusão
Quem me vê sorrir,
Não há de me ver

Chorar
Flechas sorrateiras,
Cheias de veneno
Querem atingir o meu
Coração
Mas o meu amor sempre
Tão sereno
Serve de escudo pra
Qualquer ingratidão

Sou um anjo decaído,
Que mesmo longe do paraíso,
Ainda sirvo de auxilio,
Os decorrentes no meu caminho,
Buscam conforto e amor,
Palavras sei dizer,
E ombro amigo oferecer.
Mas, sou um decaído,
Tenho coração vulnerável,
Que mesmo sabendo a missão,
Apaixona-se,
E faz a alma sofrer…

Como Pessoa sempre disse, todo poeta é um fingidor…

Sou mulher na mente,
E uma criança no coração,
Que sonha eternamente,
A alegria de uma paixão.

Bate o repentino,
Ao longe a imensidão,
Dois destinos diferentes,
Cruzando pela compreensão.
 
O que restará de tudo isso,
Só os dias dirão,
Talvez o amor fortaleça,
Ou a amizade que permaneça.

 

Janeiro 2010
S T Q Q S S D
« Dez    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031