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Nossa, o tempo passou, um rápido estranho, cheio de saudade, com quatro minutos parecendo uma eternidade… Mas, agora, calmo e feliz…
O tempo traiçoeiro parecia não passar,
Cada dia mais demorado se encontrava,
Nas noites longas, até a Lua me abandonava,
E só a saudade em mim imperava…
As lembranças e os sentimentos,
Uniram-se de tal forma que reinou o amor,
Mostrando o coração na espera,
Confiante que a alegria voltará,
Hoje reina a serenidade,
De te ter novamente ao meu lado,
E que com o tempo distante,
Confirmou o amor que por você tenho…
Quase acabando, por ótimos motivos, e transbordando de saudade, além de um coração não mais apertado, e sim “esmagado”…né Drummond…
“Eu conto os dias conto as horas pra te ver…”!!! Uhu! Falta pouco, mas nem assim a saudade entende…
Quando a saudade impera,
Em um coração apaixonado,
Os sonhos dominam a noite,
Que se leva pela esperança,
De o tempo ser rápido,
Mas, o importante lembrar,
Que vale a pena esperar,
E o tempo, vai passar…
“Alta noite já se ia…só a saudade dizia…Derrepente 3 ficou uma coisa muito longa…fora um coração…”
Minha alegria terá que ter calma,
Entender o tempo devagar,
Buscar a serenidade para aceitar,
E lembrar que nada vai acabar…
Que as chuvas caiam sem parar,
Lavem todos os meus medos,
E não te deixe esquecer,
O amor que tenho por você…
Mas, que o mundo gire mais rápido,
Que os dias sejam curtos,
As horas, reduzam os minutos,
E você só pense em mim…
Como vou explicar para a saudade,
A questão da distância,
Se nem mesmo o curto justifica,
O longo então, será difícil aceitar!
Ela se perde porque não pode ver,
Mas, não esquece que o amor,
Ah, esse vai junto, onde quer que seja,
Ou melhor, por onde esteja…
E para ela entender então o tempo,
Por mais que os dias sejam rápidos,
Os segundo se tornam inacabáveis,
E ainda, o ultimo detalhe,
A semente deixada, para ser cultivada,
O amor brotado no ar, onde mostra,
Que o tempo, a distância, nada para,
Quando tão puro se ama…
Por onde seguir,
Junto estarei,
Seja no infinito,
Perto, longe,
Ou em qualquer lugar,
Partindo, ficando,
Pedindo, chorando,
Saudade deixando,
O coração em silêncio,
A esperança em emoção,
O amor crescendo,
E o tempo passando…
Drummond me entenderia quando dissesse, “(o coração) está bem apertado…”
Hoje inicia uma saga poética… pois, o que dizer da distância, da saudade, do amor… só a poesia explica, e o coração sente…
O caminho da solidão,
Túnel negro na imensidão,
Vem o medo da ilusão,
E na noite a escuridão,
Sinto só, sem você,
Parece que nada resta,
Só o frio e a tristeza,
Para calar o coração,
Por tantas vezes,
Busquei o consolo,
Na sentida esperança,
E só o silêncio respondia,
Tento entender o tempo,
Que não parece passar,
E cultiva a saudade,
Do ainda irá voltar…
