You are currently browsing the category archive for the 'Indignação' category.
Momentos de solidão,
Onde todos são os certos,
E eu sozinho o errado,
Penso no futuro,
Quando enxergaram,
Que a dor carrego,
Com tanta desilusão,
Procuro a resposta,
A dúvida que não me cala,
Junto as decepções,
De ver a cegueira,
Em tantos corações,
Mais uma vez,
Reina a tristeza,
Porque tão errado sou,
Quando busco a solução,
Onde só enxergam o não,
E ainda que tudo se resolva,
Sou o errado,
Sozinho e desamparado,
Um dia quem sabe,
Longe dessa vida enxergo,
A dura realidade,
De erros e verdades…
O obstáculo mais difícil,
Entender o que não é possível,
Um Ser chamado Homem,
Porque negam o amor,
E declaram o egoísmo,
Não entendem ao próximo,
E mal cabem no seu cubículo,
Falo pela dor da razão,
Que tenta imperar um coração,
Onde só cabe a verdade,
Não tendo o medo de encarar,
Mas, cansando de tanto decepcionar…
Chora calado o coração,
De ver como reina o egoísmo,
Tão errado se torna,
Até quando olha para uma criança,
E por ela tenta só o bem fazer,
Repara que os outros, cobram,
Mas, para no final poderem aparecer…
Sim, a rebeldia invade minh´alma e não me deixa calar…
Já que é dia dos namorados, vou postar para minha Paixão! Lembrando que fomos verdadeiramente roubados… acho que o Juíz esqueceu o que é penalti….
Sim!
Ser Corinthiano,
É ser um sofredor!
Mas, um brasileiro nato,
De orgulho e coragem!
É ser um torcedor fiel,
Que luta com seu time,
Até o último instante,
Mesmo que seja prorrogação,
É não desistir de acreditar,
Levar a derrota como vitória,
De mais uma etapa cumprida,
E saber que fez o que pode,
Mesmo que de coração!
Ser Corinthiano,
É ter orgulho de futebol,
Conhecer o drible,
Entender de pênalti,
Lembrando que sempre,
Mas, sempre mesmo,
Seremos os eternos campeões!
“Corinthians Grande, Sempre altaneiro és do Brasil o clube mais Brasileiro…“
Caminhos da vida,
Difícil de entendê-los,
Fases que passamos,
De interpretação dissolvida,
Amigos eternos,
Não são dessa vida,
O tempo mostra a verdade,
Que a esperança não via,
O silêncio faz sentido,
Na tristeza incorporada,
De saber que aquele amigo,
Não te enfrenta na coragem,
Vira as costas nas palavras,
Escondido pelo medo,
Pois de frente cara a cara,
Só um sorriso falso se perdia…
Pouco se sabe,
Para onde foi o amor,
Aquele sentimento puro,
Que deve ter se perdido,
Pelo caminho da ilusão,
A esperança passou,
Mas, por outro lado,
O respeito então,
Ninguém sabe, jamais viu,
Parece que por aqui,
Só ficou a inveja,
Aquela sutil proeza,
Que impera em corações,
Fazendo da guerra,
A realidade de cada dia…
Estou naquele momento,
Drástico e corrosivo,
Da desilusão,
Nada tem explicação,
Nem um sinal da emoção,
Bate fraco o coração…
A cada dia uma decepção,
Portas se fechando,
E esperança se perdendo,
Por onde anda a vontade,
Aquela margem branda,
Chamada alegria!
Como ficam pobres os dias,
Escuros e nebulosos,
Repletos de poluição,
Parece que o mundo vai acabando,
Pois tão longe da serenidade,
Cada manhã que inicia,
E eu sigo tentando,
Entender o que não tem sentido,
Viver do desiludido…
Porque o “negativismo”, a “carência”, a “melancolia”, a “tristeza”, toma tanto espaço no mundo? Porque precisam tanto ser notados, quando o tempo nos mostra o que se deve, não precisa querer aparecer, e nem se esconder, basta ser você… Insisto em dizer, devo ser um ET!
Um mundo complexo,
Momentos tumultuados,
Nada se espera,
E muito menos se busca,
Essa é a realidade da vida,
Uma em que não me encontro,
Pois não fico na espera,
Simplesmente vou atrás…
O sol, dizem ser quente,
A chuva causa o pavor,
Reclamam dos principais,
Um que nos esquenta,
E outro que nos lava…
E ainda me pergunto,
Porque tanta tristeza,
Um império tão negativo,
Se dentro desses corações,
Devia morar a esperança…
Estou de mau humor com o mundo,
Esse inoxidável, e intragável espaço,
Onde dias correm, passam,
Antes de eu entende-los!
E as noites então, essas,
Bom, me fazem perder por elas,
Com tudo isso,
Às vezes me pergunto,
Até mesmo onde estou, e porque,
Sim, momentos sem respostas,
E vontades abandonadas,
Pelo tempo que passa tão rápido!
Sinceramente, me revoltei,
Cansei de querer saber essas diferenças,
Do positivo, do negativo,
O correto e o errado,
A ilusão e a emoção,
Aliás, nem mais a esperança,
Comigo mora no coração,
Talvez uma recordação,
Que hoje, nem lembro mais…
Andei com essa… “Por onde andará Stephen Fry. Por onde andará … Stephen, Ninguém sabe do seu paradeiro, Ninguém sabe para onde ele foi, prá onde ele vai…” Essa me lembrou a esperança…que anda sem paradeiro, e com analise, acho que ele (Stephen existe!) perdeu ela, ela perdeu ele e a verdade nem nós imaginamos por onde eles andam…
Um novo dia,
Sempre é um começo de esperança,
Mas, onde ela anda,
Que pelos momentos corridos,
Não sinto sua presença?
A cada instante,
Uma agonia,
Em cada minuto,
Um desespero…
Estaria ela perdida,
Sem rumo e sem saída,
Ou como eu desiludida,
Com o cru e ralo de cada dia?
Mais ainda, digo e sinto,
Os instantes de uma vida,
Em desprezo com o léu prazer,
De se achar importante no caminho,
E não ser nem uma esquina de bordel…
