Estou naquele momento,
Drástico e corrosivo,
Da desilusão,
Nada tem explicação,
Nem um sinal da emoção,
Bate fraco o coração…
A cada dia uma decepção,
Portas se fechando,
E esperança se perdendo,
Por onde anda a vontade,
Aquela margem branda,
Chamada alegria!
Como ficam pobres os dias,
Escuros e nebulosos,
Repletos de poluição,
Parece que o mundo vai acabando,
Pois tão longe da serenidade,
Cada manhã que inicia,
E eu sigo tentando,
Entender o que não tem sentido,
Viver do desiludido…
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