“Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei…”
Vou pedir as contas da terra!
Não me caibo mais aqui!
Por onde ando tropeço,
O lugar que eu piso escorrego,
E quando penso já é tarde!
Na sombra, não apareço,
E no espelho me escondo,
Fora temperatura, que nunca entendo,
Porque frio faz calor e vice-versa,
Cada vez fico mais perdida!
Quando começo pensar,
Agora vai melhorar,
Vem àquela coisa de política,
Que só vejo ladrão,
Mas, não são presos!
Fora às vontades humanas,
Todo dia uma guerra,
E eu pergunto por quê?
Qual o motivo que não entendo?
Seria uma tal inveja?
Fora que colocam fé no meio!!!
É tanta bagunça sem explicação,
Decisões estridentes e longe de sentido,
Reações desequilibradas, de ações imprudentes,
Um mundo em caos, que deveria transformar,
E não, o que acontece, se deteriorar…
Pasárgada
Nessun Dorma
Recebi um email, um programa da linha Ídolos, e escutei esse cara Paul Potts, me emocionei, e ainda com Nessun Dorma, bom, vai meu elogio a ele…
A riqueza,
É o talento profundo,
Que se carrega,
Com a verdade,
E a humildade,
O especial,
É a coragem verdadeira,
Que esta sempre junto,
Com a sinceridade,
E a benevolência.
E um mito,
É o ser humano,
Que sabe vencer,
Com a dignidade,
E a perseverança!
E?
“E ainda insisto…mais uma vez, ”Romântico é uma espécie em extinção”…Mas, to aqui….
O intransitivo e a insanidade,
De revirar o esquecido,
Por ainda não entender,
Se errei ou acertei,
Pela a alegria de uma mãe,
Com a vitória do filho,
Ou o amor de uma mulher,
Pela beleza de um homem,
Será a embriaguez,
Que misturou a verdade?
E ainda, me tem o tempo,
Que não apaga as dúvidas,
A qual a saudade deixou,
De respostas sem saídas,
Com perguntas incorretas,
Vontades amarradas,
Em dúvidas sem maldades,
De uma inocência enclausurada,
Na realidade de uma vida…
Onde?
A insanidade de uma realidade,
Tão ausente da verdade,
E imune da esperança,
Que não encaixa e desata,
Impera a glória de um talvez,
Onde mora a incerteza,
Lembrar um amanhã,
Do que resta de um hoje,
Pergunta a sutil bondade,
Existe chance para a coragem?
Reflete, refira, busca,
Mas, fica o silêncio,
Sem saber se vai dar…
Longa…
Como já dizia meu Querido Tom… em Querida…”Longa é tarde… Longa é a vida…”
Nada concreto,
Tudo abstrato,
São esses os dias,
Longe de serenos,
E perto de maremotos…
O que resta a pobre ilusão?
Além de sonhar um eclipse,
Tentando transformar a imaginação,
Da famosa teoria, para uma,
Perdida realidade de cada instante.
Não há espaço para alegria,
Só resta o acumulo da insegurança,
De lembrar que cada dia,
Precisa-se seguir e encarar,
Como se fosse uma nova oportunidade,
Tão difícil de se terminar…
Desenterrei…
Algo 2004!
Faço da poesia
O alimento para a dor
O remédio para o amor
O abrigo para o frio da vida
O exercício para mente
A alegria do momento
A satisfação do inconsciente
A conclusão de um dia
A razão de uma vida.
!!??
O furto da paciência,
Pelo desequilibrado stress,
Fez os dias se tornarem noites,
E a loucura invadir a vida.
Nada faz sentido,
Em um patrimônio,
Que hoje é um infeliz descolorido,
Caos, insensatez, distúrbio,
O que resta da compreensão,
Um vazio do mórbido silêncio,
Marcando as torres do sorriso.
Aqui jaz a imperfeição,
Meretrícia da verdade,
Que se deixou levar, pela ilusão…
Cara de Palhaço!
Primeira lição, entender que,
Onde há tanta falsidade,
Libido da verdade,
Ignorância da bendita bondade,
Total intolerância com a razão,
Inadimplência de informação,
Caos, angustia e discordância,
Assim é dito “política”…
Perda Total
Protesto II
Dessa, agora sim, essa é nossa, pelo seu post, saiu isso!!!
Hoje o que enxergamos da vida,
Mais uma existência que passamos,
Esse sustentáculo que nos opera,
Diante de tanto Caos,
Uma confusão de todos os elementos,
A grande desordem de cada dia…
O Medo do desamparo,
Junto ao receio que nos desgasta,
E a solidão que toma espaço.
À Dor física, um tratamento,
O sofrimento moral um desgaste,
Da verdade que nos salva.
As Autoridades e suas manias,
Aquele tal poder de mandar,
Que causa o domínio do desespero.
Seríamos nós os Idiotas,
Diante de homens de espírito curto,
E de mente estúpida?
A Negligência na realidade,
A falta de cuidado com a verdade,
De desleixo com o ser humano…
A Revolta impera por dentro,
Gera uma grande perturbação da moral,
E toma conta da indignação que nos penetra.
Só resta a Morte, fria e triste,
O acabamento da ilusão de um futuro,
E o Fim de um ideal chamado esperança.