Protesto!

Protesto em Poesia!
 
O mundo inteiro está em holocausto,
Aliás, a palavra mais familiar,
Que na atualidade me acompanha!
 
Hoje é uma trava de luta,
Entre o ser humano e o impossível,
Quem seria o vencedor?
 
Digo em verdade, que ainda não sabem,
Mas, deviam prestar atenção,
Já olhou os acontecimentos?
 
Primeiro é o trafico vencendo,
Quem tem mais força,
A droga ou o homem?
 
Segundo, o grande número de acidentes,
Sejam os aéreos, os terrestres,
Ou até mesmo o mar adentro!
 
Todo dia é um desastre, que inclui o ecológico,
Pois esquecemos também da chamada natureza,
Afinal, precisamos pensar em nós, seria essa a resposta!
 
E já reparam que eles, os acontecimentos,
São bem mais fortes do que nós?
Eles vencem sempre, e todo dia se torna mais difícil?
 
Reparem no trafico, assalto,
Alguém sempre tem, a tal da arma,
Que mata, fere, e causa danos,
 
Os acidentes, sejem qual for,
Destrói vida, invade a dor, acaba com a ilusão,
Interrompe fronteiras da esperança!
 
Opa, mas, há algo errado aí,
Será que não é o contrário,
Acho que pensando bem, os errados somos nós!
 
Veja se prestássemos mais atenção,
No que é de verdade a tal evolução,
Algo concreto e correto,
 
Seria mesmo, um avanço em reclamações,
Uma nova geração de ganância e corrupção,
O aceite das drogas e o desmatamento,
 
Quem são os culpados?
Ah, entenderam como eu, somos nós,
Sim, cada passo que damos, danos causamos!
 
Então agora, passem o susto,
E coloquem os pés no chão!
Aterrissem na realidade, e mudem já!
 
Ainda não entenderam, tem certeza,
Releia e analise sua vida, e seu redor,
E terá a certeza, de onde mora o erro,
 
Bom, vai dizer que um só não faz verão,
Mas, se tentar, um, e outro, e mais outro,
Teremos muitos verões…

Publicado em:  on Julho 28, 2007 at 4:48 pm Comentários (1)

Nau…

ADORO o Pedro…agora Nau foi o “ápice” da semana….

A dor por dois lados,

Uma sem fronteira, infinita,
Esperando os sentidos,
E outra limitada e desiludida.

Uma é a de amar em posse,
Quando se ama, mesmo que sofra,
Ou sonhe com a aventura,
Rompe barreiras em alegria,
 
E quem não esta amando,

Encontra limite no infinito,
Não tem a busca da ilusão,
Nem mesmo sonho de emoção.

O silêncio rompe a esperança,
Que se limita ao iniciar de cada dia,
Sem saber e nem esperar o fim,
Onde a lucidez impera na realidade.

“Em qual desses rios minha nau vai chegar…”

Publicado em:  on Julho 26, 2007 at 11:28 am Deixe um comentário

Sei lá!

Concluindo que a vida é um holocausto…Porque não tem sentido, não tem saída, o ontem já faz muito tempo, e amanhã é um futuro muito distante…

Sorrio, para disfarçar,
O choro que me prende,
Da dor ferida que arde
Em meu peito…

Atravesso a rua do passado,
Para a avenida do futuro,
Mas, ela não tem começo,
E muito menos um fim!
 
Tento disfarçar o sentimento,
Mas, a marca é maior,
E ele aparece no constante.
 
É o tudo perdido da ilusão,
Junto com a decepção do coração,
E o dia tão longe da conclusão…

Publicado em:  on Julho 22, 2007 at 3:43 am Deixe um comentário

Pan!

Não fiz poesia, nossa, estou parada! Acho que é o Pan, torcendo muito, ou a correria, como as horas estão voando, então aí vai uma, não sei se nova ou já antiga, mais confusa…

Vida, que corre a cada dia,
Um sonho de destino,
Esperança de um caminho!
 
Que faço eu, a espera,
Seja um momento,
Ou a verdade do instinto,
 
Torço, sofro, mas venço,
Mesmo que com derrota,
Pelo menos não desisti.
 
Quando partir, comigo levarei,
Lembranças e conquistas,
De tudo o que um dia busquei!

Publicado em:  on Julho 16, 2007 at 1:42 am Comentários (1)

Suicídio…

Acredito que Kardec explicaria…
 
O meu mundo chegou ao fim,
Quando fiz meu coração parar,
Ele não agüentava mais bater,
Por dores de amor,
E sofrimento de rancor!
 
Aquilo que semeei de esperança,
Perdeu-se no escuro da lembrança,
Nada restou de serenidade,
Somente a dor da maldade.
 
O mal de amar sem ser amado,
De esperar o que não iria vir,
Querer o que é impossível do viver,
E tentar o que nem mesmo existia.
 
Para que viver assim, me perguntei,
O ponto final, achei o correto,
Nada me adiantou,
Pois mesmo desse outro lado,
Ainda sofro o amar conjugado,
Unido ao arrependido,
 
Daquilo que não aproveitei,
Aonde tão pouco me perdi,
Por caminhos que desviei,
Chances que esqueci,
Luzes que não enxerguei,
E uma nova, e mais sofrida,
Úmida vida, que irei…

Publicado em:  on Julho 11, 2007 at 2:07 am Comentários (1)

“Argh”…

Como Vovó já me dizia, quem não tem colírio usa óculos escuro…

É mais fácil, fechar os olhos,
Do que enxergar a verdade,

É mais simples, deixar para amanhã,
Do que insistir no hoje,
 
É mais rotineiro, não querer mudar,
Do que persistir em melhorar,

É mais difícil, o vencer,
Do que aceitar a derrota,

É mais complexo, o buscar forças,
Do que se achar fraco,

É mais humano, saber dizer não,
Do que arrepender de um sim.

Publicado em:  on Julho 6, 2007 at 11:43 am Comentários (1)

Nem Freud…

Sim, não mostro, mas, intrigo, não aceito e muitas vezes não replico, Como sempre digo, a momentos que nem Freud explica…

Somos todos dependentes,
Uns dos outros,

Quase sempre do tempo,

Dos encalços e entrelaços,

Muitas vezes dos dias,

E como ele passa rápido.

 
E o porque, querem saber,

Pois assim é mais fácil viver,

Alguém que mande em nós,

Nos nossos momentos,

Não precisamos pensar,

E nem ao menos agilizar,

 
É como quando se morre,

Alguém para nos vestir,

Os conhecidos para velar,

Até na ultima hora,

No desfecho final,

Precisa de alguém para terminar!

 
Mas, o que aproveitamos,

Como disse na morte,

Nada, pois nada resta,

Assim como não termos vida,

E sim, dependência,

Para pensar, respirar, fazer,

 
Entendam que quando se quer,

Tudo se consegue,

Porém, existem necessidades,

A de querer, agir e refletir,

Daí então irá saber,

Se vai depender ou vencer! 

Publicado em:  on Julho 4, 2007 at 4:22 pm Comentários (1)

:) !!

O futuro a quem pertence,
Como dizem talvez a Deus,
Mas, ele muito longe está,
E no momento só a realidade,

Triste, corrida e sofredora,

Entre encalços e percalços,

Da maratona do dia a dia,

Voltado para uma simples ideologia,

Há de se ter dúvidas em viver.

Porque quero, perguntam,

Talvez, pois tento, respondo,

Assim, vai o tempo,

E se esquecer do momento,

Pronto, tudo fica inadimplente,

Pois, amanhã é muito longe,

Ontem, então já faz uma década!

Acorde, pense e reflita,

A felicidade existe, só depende,

De quando quer, e se conquista!

Publicado em:  on Julho 2, 2007 at 4:48 pm Deixe um comentário

Místico…

Um místico profetizou...

Queria encontrar,
O profeta do amor,
Decifrar o meu futuro,
Esclarecer meus sentimentos,
Entender meu coração…

Nas cartas do tarô,
Saí O enforcado,
Que aumentam as dúvidas,
E reforçam as culpas,
De amar sem conjugar!

O que posso fazer,
Para com os dias entender,
De quanto sofre a ilusão,
Quando se espera,
Mais do que uma paixão?

Publicado em:  on Julho 1, 2007 at 2:41 pm Deixe um comentário