Protesto em Poesia!
O mundo inteiro está em holocausto,
Aliás, a palavra mais familiar,
Que na atualidade me acompanha!
Hoje é uma trava de luta,
Entre o ser humano e o impossível,
Quem seria o vencedor?
Digo em verdade, que ainda não sabem,
Mas, deviam prestar atenção,
Já olhou os acontecimentos?
Primeiro é o trafico vencendo,
Quem tem mais força,
A droga ou o homem?
Segundo, o grande número de acidentes,
Sejam os aéreos, os terrestres,
Ou até mesmo o mar adentro!
Todo dia é um desastre, que inclui o ecológico,
Pois esquecemos também da chamada natureza,
Afinal, precisamos pensar em nós, seria essa a resposta!
E já reparam que eles, os acontecimentos,
São bem mais fortes do que nós?
Eles vencem sempre, e todo dia se torna mais difícil?
Reparem no trafico, assalto,
Alguém sempre tem, a tal da arma,
Que mata, fere, e causa danos,
Os acidentes, sejem qual for,
Destrói vida, invade a dor, acaba com a ilusão,
Interrompe fronteiras da esperança!
Opa, mas, há algo errado aí,
Será que não é o contrário,
Acho que pensando bem, os errados somos nós!
Veja se prestássemos mais atenção,
No que é de verdade a tal evolução,
Algo concreto e correto,
Seria mesmo, um avanço em reclamações,
Uma nova geração de ganância e corrupção,
O aceite das drogas e o desmatamento,
Quem são os culpados?
Ah, entenderam como eu, somos nós,
Sim, cada passo que damos, danos causamos!
Então agora, passem o susto,
E coloquem os pés no chão!
Aterrissem na realidade, e mudem já!
Ainda não entenderam, tem certeza,
Releia e analise sua vida, e seu redor,
E terá a certeza, de onde mora o erro,
Bom, vai dizer que um só não faz verão,
Mas, se tentar, um, e outro, e mais outro,
Teremos muitos verões…
Protesto!
Nau…
ADORO o Pedro…agora Nau foi o “ápice” da semana….
A dor por dois lados,
Uma sem fronteira, infinita,
Esperando os sentidos,
E outra limitada e desiludida.
Uma é a de amar em posse,
Quando se ama, mesmo que sofra,
Ou sonhe com a aventura,
Rompe barreiras em alegria,
E quem não esta amando,
Encontra limite no infinito,
Não tem a busca da ilusão,
Nem mesmo sonho de emoção.
O silêncio rompe a esperança,
Que se limita ao iniciar de cada dia,
Sem saber e nem esperar o fim,
Onde a lucidez impera na realidade.
“Em qual desses rios minha nau vai chegar…”
Sei lá!
Concluindo que a vida é um holocausto…Porque não tem sentido, não tem saída, o ontem já faz muito tempo, e amanhã é um futuro muito distante…
Sorrio, para disfarçar,
O choro que me prende,
Da dor ferida que arde
Em meu peito…
Atravesso a rua do passado,
Para a avenida do futuro,
Mas, ela não tem começo,
E muito menos um fim!
Tento disfarçar o sentimento,
Mas, a marca é maior,
E ele aparece no constante.
É o tudo perdido da ilusão,
Junto com a decepção do coração,
E o dia tão longe da conclusão…
Pan!
Não fiz poesia, nossa, estou parada! Acho que é o Pan, torcendo muito, ou a correria, como as horas estão voando, então aí vai uma, não sei se nova ou já antiga, mais confusa…
Vida, que corre a cada dia,
Um sonho de destino,
Esperança de um caminho!
Que faço eu, a espera,
Seja um momento,
Ou a verdade do instinto,
Torço, sofro, mas venço,
Mesmo que com derrota,
Pelo menos não desisti.
Quando partir, comigo levarei,
Lembranças e conquistas,
De tudo o que um dia busquei!
Suicídio…
Acredito que Kardec explicaria…
O meu mundo chegou ao fim,
Quando fiz meu coração parar,
Ele não agüentava mais bater,
Por dores de amor,
E sofrimento de rancor!
Aquilo que semeei de esperança,
Perdeu-se no escuro da lembrança,
Nada restou de serenidade,
Somente a dor da maldade.
O mal de amar sem ser amado,
De esperar o que não iria vir,
Querer o que é impossível do viver,
E tentar o que nem mesmo existia.
Para que viver assim, me perguntei,
O ponto final, achei o correto,
Nada me adiantou,
Pois mesmo desse outro lado,
Ainda sofro o amar conjugado,
Unido ao arrependido,
Daquilo que não aproveitei,
Aonde tão pouco me perdi,
Por caminhos que desviei,
Chances que esqueci,
Luzes que não enxerguei,
E uma nova, e mais sofrida,
Úmida vida, que irei…
“Argh”…
“Como Vovó já me dizia, quem não tem colírio usa óculos escuro…”
É mais fácil, fechar os olhos,
Do que enxergar a verdade,
É mais simples, deixar para amanhã,
Do que insistir no hoje,
É mais rotineiro, não querer mudar,
Do que persistir em melhorar,
É mais difícil, o vencer,
Do que aceitar a derrota,
É mais complexo, o buscar forças,
Do que se achar fraco,
É mais humano, saber dizer não,
Do que arrepender de um sim.
Nem Freud…
Sim, não mostro, mas, intrigo, não aceito e muitas vezes não replico, Como sempre digo, a momentos que nem Freud explica…
Somos todos dependentes,
Uns dos outros,
Quase sempre do tempo,
Dos encalços e entrelaços,
Muitas vezes dos dias,
E como ele passa rápido.
E o porque, querem saber,
Pois assim é mais fácil viver,
Alguém que mande em nós,
Nos nossos momentos,
Não precisamos pensar,
E nem ao menos agilizar,
É como quando se morre,
Alguém para nos vestir,
Os conhecidos para velar,
Até na ultima hora,
No desfecho final,
Precisa de alguém para terminar!
Mas, o que aproveitamos,
Como disse na morte,
Nada, pois nada resta,
Assim como não termos vida,
E sim, dependência,
Para pensar, respirar, fazer,
Entendam que quando se quer,
Tudo se consegue,
Porém, existem necessidades,
A de querer, agir e refletir,
Daí então irá saber,
Se vai depender ou vencer!
:) !!
O futuro a quem pertence,
Como dizem talvez a Deus,
Mas, ele muito longe está,
E no momento só a realidade,
Triste, corrida e sofredora,
Entre encalços e percalços,
Da maratona do dia a dia,
Voltado para uma simples ideologia,
Há de se ter dúvidas em viver.
Porque quero, perguntam,
Talvez, pois tento, respondo,
Assim, vai o tempo,
E se esquecer do momento,
Pronto, tudo fica inadimplente,
Pois, amanhã é muito longe,
Ontem, então já faz uma década!
Acorde, pense e reflita,
A felicidade existe, só depende,
De quando quer, e se conquista!
Místico…
Um místico profetizou...
Queria encontrar,
O profeta do amor,
Decifrar o meu futuro,
Esclarecer meus sentimentos,
Entender meu coração…
Nas cartas do tarô,
Saí O enforcado,
Que aumentam as dúvidas,
E reforçam as culpas,
De amar sem conjugar!
O que posso fazer,
Para com os dias entender,
De quanto sofre a ilusão,
Quando se espera,
Mais do que uma paixão?