Terminei de ler sobre o suicídio, e de muitas vezes o motivo, amor, então porque não a poesia “Suicídio do Amor”
O coração parou,
Não sinto mais suas batidas,
Só tem agora o silêncio mortífero.
Ele calou deprimido da paixão,
Que tão longe de ser resolvida,
Caminhava em busca da solução.
Aquele forte que sentia,
Fazia do meu dia, a eterna alegria,
Hoje sobram as lagrimas, que nada seca.
O mundo escuro ficou,
A felicidade se perdeu nas linhas,
E a dor aqui imperou!
Da minha vida nada restou,
Até o amor, pois fim,
E se suicidou…
Suicídio do Amor
A Carta
Chegar-se-á, não sei… Mas, Nando, me faz bem! Digo a todos, é um poeta lúcido da sinfonia, e eu me resumo às palavras… Essa é mais uma para você!!! “Sou sua, mas não posso ser…”
As luzes acenderam,
Mas, ainda ouço sua voz,
Nem o tempo esfria,
O quanto você me aqueceu.
Mesmo tão longe no hoje,
Ainda sinto perto,
O som, o ambiente, sua imagem,
Vejo tudo, como se fosse agora.
Já a espera do próximo encontro,
Em um ponto qualquer,
E que não demore a chegada.
Para matar a saudade que já fica,
A tristeza que aproxima,
E a vontade que não se esconde…
Carona!
Pois é, ontem, ouvi Fabio Júnior ida e volta! Que coisa! Não teve jeito Caça e Caçador, marcou (rs…), ou restou como “inspiração”…… O que fazemos com companhia de amigos, né Pa…
O amor não se traduz,
Nem ao menos se conjuga,
Ele apenas faz sentir,
Aquele aperto que dá,
Quando passa surge à vontade,
Dispara o calado batendo devagar,
E ferve o que tão morno estava!
Mas, apesar de ser em dois,
Um completando o outro,
É longe de uma caça,
Que só se vai atrás,
É algo mais forte,
Surge, continua e aumenta,
Com o passar de cada momento.
Não se pensa na hora,
Muito menos no depois,
Fica só no agora,
Do que ainda nem começou…
Ruas, esquinas, becos…
EPA!
Por que rua eu vou?
São todas sem esquina,
Beco ou quarteirão,
Que bairro é esse,
Já que fujo da ilusão!
A cada metro uma lombada,
E em seguida um farol de parada,
Por mais que sigo,
Não termina,
O roteiro da solidão!
Melhor voltar para a Ilusão,
Lá encontrava esquinas,
De esperanças mentidas,
Quarteirões de paixões,
Ainda que não resolvidas,
E becos sem fim,
De sonhos inacabados,
Não tinha faróis,
Parando vontades imaginarias,
E muito menos lombadas,
Freando chances esperadas…
Nova Pagina!!!
Não é que agora saiu uma nova página mesmo!! Ufa hein, Du, depois de insistir, salve o nosso livro!!
Na mesa de um bar,
O café a espera,
Pensamentos que vem,
De um momento que não se tem,
Ficamos sós,
O paladar e eu,
Um fim sem sentido,
Em um gosto interrompido,
Lembro do que não foi,
Um gole para aquecer,
O coração que só esfria,
E assim vai o tempo,
Com a ultima dose encerrando,
Mais uma noite terminando…
Ativar!
O que diríamos desse nosso amigo… Ativar!!!! Aí vai, e leia com I´m too sexy de acompanhante… rs…!!! E claro, teremos que colocar esse extra no livro!!!
Sou a ilusão,
Heróica das mulheres,
Passeio em sonhos,
De noites insanas,
Vagueio em dias,
De sol estridente,
Sou a salvação,
Heroína das divinas,
Trago solução,
Onde não tem explicação,
E curo a dor,
Onde sofre de amor.
Sou um Rei,
Herdeiro da imensidão,
Vivo sem fronteiras,
Em busca da imaginação,
Sempre aberto o coração,
Para a entrada da paixão,
Sou o herói do sentimento,
Para todos os momentos…
Para lápis ter ponta: Apontador
Era uma coisa Nando Reis para Marisa, e eternamente será uma coisa Jana e Glauquinho… “Para todas as coisas: Dicionário / Para que fiquem prontas: Paciência / Para dormir a fronha: Madrigal / Para brincar na gangorra: Dois”… Saudade das risadas, dos selinhos perdidos…
Para a saudade, o tempo,
Para a distância, o pensamento,
Para a alegria, o sorriso,
Para a vontade, o momento.
Para o infinito, a imaginação,
Para o amor, a liberdade.
Para o viver, à vontade,
Para o querer, a coragem.
Para o coração, paixão,
Para o eu, você,
Para o dia, nós.
Para a felicidade, buscar,
Para a bonança, unir,
Para a eternidade, amar…
Explicação…
Estava lendo uma frase, que respondia o acontecimento certo, da onde li a mesma, seria claramente a explicação! Entendeu, acredito que não..rs.., ficou meio confuso o esclarecimento, mas acho que talvez o conteúdo, bom, só quem leu, ou postou entenderia, a deixa para lá, e vamos em frente!!!
Estou sempre de braços abertos,
Para a minha multidão,
E quando chego ao escuro,
Tudo se fecha na imensidão!
Entendo a todos,
Seja qual for o momento,
E as palavras amigas secam,
Quando preciso do esclarecimento…
Quero entender as questões da vida,
Aquelas colocadas em dúvida,
Busco saber resposta,
Não existe o impossível sem saída…
E quando vejo estou só,
Não diria desamparada,
Mas, ainda machucada,
Daquilo que não terminou,
Nada mais resta,
A não ser o silêncio,
Fazendo um ponto final,
Para o que nem mesmo começou…
…!!
Devia ter feito Jornalismo, ou até mesmo, ter um espaço no Estadão e todo dia fazer comentários sobre política!!! Seria um abono de vida, um desabafo feliz que correria o Brasil!!!
A Inadimplência da sutil existência,
Salve o arrombo democrático,
Da questão conjugado do Roubar!
Cada dia uma fortuna,
Por toda vez a esperteza,
É jogo aqui, e culpa lá!
Onde cabe tanta gente,
Ao tempo que sobra tanto dindin,
Em um País tão terceiro mundo!
Não sei de onde vem,
Sendo que na verdade,
Tanto é o que falta!
Desculpem-me seus políticos,
Em Brasília não há fome,
Mas na esquina, sobram bicos!
Fora lei que muda todo dia,
O número da pobreza,
Aumenta mais a cada dia,
Falam do mundo sobre a guerra,
E em nosso mundo, é a morte,
Do trafico, da sobrevivência e da violência!
Tentamos viver, como queima uma vela,
Gritando gol no futebol, e bola na trave,
E assistindo mais um capitulo da novela…