Suicídio do Amor

Terminei de ler sobre o suicídio, e de muitas vezes o motivo, amor, então porque não a poesia “Suicídio do Amor”

O coração parou,
Não sinto mais suas batidas,
Só tem agora o silêncio mortífero.
 
Ele calou deprimido da paixão,
Que tão longe de ser resolvida,
Caminhava em busca da solução.
 
Aquele forte que sentia,
Fazia do meu dia, a eterna alegria,
Hoje sobram as lagrimas, que nada seca.
 
O mundo escuro ficou,
A felicidade se perdeu nas linhas,
E a dor aqui imperou!
 
Da minha vida nada restou,
Até o amor, pois fim,
E se suicidou…

Publicado em:  on Maio 30, 2007 at 2:52 am Deixe um comentário

A Carta

Chegar-se-á, não sei… Mas, Nando, me faz bem! Digo a todos, é um poeta lúcido da sinfonia, e eu me resumo às palavras… Essa é mais uma para você!!! “Sou sua, mas não posso ser…”

As luzes acenderam,
Mas, ainda ouço sua voz,
Nem o tempo esfria,
O quanto você me aqueceu.
 
Mesmo tão longe no hoje,
Ainda sinto perto,
O som, o ambiente, sua imagem,
Vejo tudo, como se fosse agora.
 
Já a espera do próximo encontro,
Em um ponto qualquer,
E que não demore a chegada.

Para matar a saudade que já fica,
A tristeza que aproxima,
E a vontade que não se esconde…

Publicado em:  on Maio 28, 2007 at 8:51 pm Deixe um comentário

Carona!

Pois é, ontem, ouvi Fabio Júnior ida e volta! Que coisa! Não teve jeito Caça e Caçador, marcou (rs…), ou restou como “inspiração”…… O que fazemos com companhia de amigos, né Pa
 
O amor não se traduz,
Nem ao menos se conjuga,
Ele apenas faz sentir,

Aquele aperto que dá,
Quando passa surge à vontade,
Dispara o calado batendo devagar,
E ferve o que tão morno estava!

Mas, apesar de ser em dois,
Um completando o outro,
É longe de uma caça,
Que só se vai atrás,

É algo mais forte,
Surge, continua e aumenta,
Com o passar de cada momento.

Não se pensa na hora,
Muito menos no depois,
Fica só no agora,
Do que ainda nem começou…

Publicado em:  on Maio 26, 2007 at 8:50 pm Comentários (1)

Biscateiro…

Sou mais um vendedor ambulante,
Vagueio pelo mundo,
Levando comigo bagagens imaginárias,
Passo por todos os lados,
Deixando a caixa do cuidado,
Saiba por onde abrir,
Tem o lado da esperança,
Para reforçar a confiança,
E a saída da ilusão,
Confundido sonho e paixão…

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Publicado em:  on Maio 25, 2007 at 10:58 pm Deixe um comentário

Ruas, esquinas, becos…

EPA!
Por que rua eu vou?
São todas sem esquina,
Beco ou quarteirão,
Que bairro é esse,
Já que fujo da ilusão!
A cada metro uma lombada,
E em seguida um farol de parada,
Por mais que sigo,
Não termina,
O roteiro da solidão!
 
Melhor voltar para a Ilusão,
Lá encontrava esquinas,
De esperanças mentidas,
Quarteirões de paixões,
Ainda que não resolvidas,
E becos sem fim,
De sonhos inacabados,
Não tinha faróis,
Parando vontades imaginarias,
E muito menos lombadas,
Freando chances esperadas…

Publicado em:  on Maio 20, 2007 at 9:10 pm Comentários (3)

Nova Pagina!!!

Não é que agora saiu uma nova página mesmo!! Ufa hein, Du, depois de insistir, salve o nosso livro!!

Na mesa de um bar,
O café a espera,
Pensamentos que vem,
De um momento que não se tem,
 
Ficamos sós,
O paladar e eu,
Um fim sem sentido,
Em um gosto interrompido,

Lembro do que não foi,
Um gole para aquecer,
O coração que só esfria,
 
E assim vai o tempo,
Com a ultima dose encerrando,
Mais uma noite terminando…

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Publicado em:  on Maio 16, 2007 at 9:04 pm Comentários (2)

Ativar!

O que diríamos desse nosso amigo… Ativar!!!! Aí vai, e leia com I´m too sexy de acompanhante… rs…!!! E claro, teremos que colocar esse extra no livro!!!

Sou a ilusão,
Heróica das mulheres,

Passeio em sonhos,
De noites insanas,

Vagueio em dias,
De sol estridente,

Sou a salvação,
Heroína das divinas,
 
Trago solução,
Onde não tem explicação,
 
E curo a dor,
Onde sofre de amor.
 
Sou um Rei,
Herdeiro da imensidão,
 
Vivo sem fronteiras,
Em busca da imaginação,
 
Sempre aberto o coração,
Para a entrada da paixão,
 
Sou o herói do sentimento,
Para todos os momentos…

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Publicado em:  on Maio 14, 2007 at 6:07 pm Comentários (2)

Para lápis ter ponta: Apontador

Era uma coisa Nando Reis para Marisa, e eternamente será uma coisa Jana e Glauquinho…  “Para todas as coisas: Dicionário / Para que fiquem prontas: Paciência / Para dormir a fronha: Madrigal / Para brincar na gangorra: Dois”… Saudade das risadas, dos selinhos perdidos…

Para a saudade, o tempo,
Para a distância, o pensamento,
Para a alegria, o sorriso,
Para a vontade, o momento.

Para o infinito, a imaginação,
Para o amor, a liberdade.
Para o viver, à vontade,
Para o querer, a coragem.

Para o coração, paixão,
Para o eu, você,
Para o dia, nós.

Para a felicidade, buscar,
Para a bonança, unir,
Para a eternidade, amar…

Publicado em:  on Maio 12, 2007 at 4:22 pm Deixe um comentário

Explicação…

Estava lendo uma frase, que respondia o acontecimento certo, da onde li a mesma, seria claramente a explicação! Entendeu, acredito que não..rs.., ficou meio confuso o esclarecimento, mas acho que talvez o conteúdo, bom, só quem leu, ou postou entenderia, a deixa para lá, e vamos em frente!!!

Estou sempre de braços abertos,
Para a minha multidão,
E quando chego ao escuro,
Tudo se fecha na imensidão!

Entendo a todos,
Seja qual for o momento,
E as palavras amigas secam,
Quando preciso do esclarecimento…

Quero entender as questões da vida,
Aquelas colocadas em dúvida,
Busco saber resposta,
Não existe o impossível sem saída…

E quando vejo estou só,
Não diria desamparada,
Mas, ainda machucada,
Daquilo que não terminou,

Nada mais resta,
A não ser o silêncio,
Fazendo um ponto final,
Para o que nem mesmo começou…

Publicado em:  on Maio 9, 2007 at 3:37 am Deixe um comentário

…!!

Devia ter feito Jornalismo, ou até mesmo, ter um espaço no Estadão e todo dia fazer comentários sobre política!!! Seria um abono de vida, um desabafo feliz que correria o Brasil!!! 

A Inadimplência da sutil existência,
Salve o arrombo democrático,
Da questão conjugado do Roubar!

Cada dia uma fortuna,
Por toda vez a esperteza,
É jogo aqui, e culpa lá!

Onde cabe tanta gente,
Ao tempo que sobra tanto dindin,
Em um País tão terceiro mundo!

Não sei de onde vem,
Sendo que na verdade,
Tanto é o que falta!

Desculpem-me seus políticos,
Em Brasília não há fome,
Mas na esquina, sobram bicos!

Fora lei que muda todo dia,
O número da pobreza,
Aumenta mais a cada dia,

Falam do mundo sobre a guerra,
E em nosso mundo, é a morte,
Do trafico, da sobrevivência e da violência!

Tentamos viver, como queima uma vela,
Gritando gol no futebol, e bola na trave,
E assistindo mais um capitulo da novela…

Publicado em:  on Maio 7, 2007 at 8:57 pm Comentários (1)