Hoje a avareza, a desordem do Homem pela matéria, corações duros…e o meu de peixes, tão mole ultimamente (aliás, desde sempre….salvem piscinianos…..), vamos ao penúltimo pecado…
Um mundo de guerra,
Um povo cheio de avareza,
A ganância, a falsidade e o materialismo,
É tudo o que impera na nossa realidade.
Onde cabe tamanha dor,
De ver na verdade,
A guerra do Imperador,
Que luta pelo que aqui fica!
O que levo quando partir,
A não ser o que aprendi,
E na alma guardo,
O que de útil me serviu.
Hoje vivo isso,
Um consumo de ânsia,
Para um fim que não tem data,
E um dia que não passa…
Avareza
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Vim conhecer melhor, a “xara” de minha amiga Calaça e não decepcionei-me. Belo poema, amiga. AbraçoDasGerais.